Brooklin vive boom residencial impulsionado por ZEU e escassez
O bairro do Brooklin, em São Paulo, tradicionalmente corporativo, está passando por uma transformação urbana com forte expansão no setor residencial. A reclassificação para ZEU, o uso de CEPACs e a falta de terrenos em bairros vizinhos como Itaim Bibi e Moema impulsionam lançamentos de médio e alto padrão. Os preços do m² variam entre R$ 17 mil e R$ 20 mil, com mercado secundário também aquecido.
🏙️ Destaque: urbanismo, legislação e valorização impulsionam novo perfil do bairro.
📌 Fonte: Metro Quadrado – Brooklin vai além dos escritórios e vive boom de residenciais.
Faria Lima mantém protagonismo no mercado corporativo
A região da Faria Lima segue atraindo investidores, com aluguéis em torno de R$ 350/m². A venda do trophy asset HBR Corporate por R$ 477 milhões reforça a força da localização, mesmo com maior apetite por galpões. Berrini e Chucri Zaidan aparecem como alternativas para empresas que buscam proximidade com custo mais competitivo.
🏢 Tendência: localização estratégica supera padrão construtivo na decisão de investimento.
📌 Fonte: Metro Quadrado – HBR vende seu trophy asset da Faria Lima por R$ 477 milhões.
IA impulsiona retomada dos escritórios em São Francisco
Empresas de inteligência artificial como OpenAI e Anthropic estão reaquecendo o mercado de escritórios em São Francisco, aumentando a ocupação de grandes espaços e reativando planos de novos empreendimentos. Apesar do movimento, a cidade ainda enfrenta alta vacância (22,8%) e desafios urbanos.
💡 Movimento: inteligência artificial começa a remodelar a ocupação corporativa nos EUA.
📌 Fonte: Metro Quadrado – Empresas de IA reaquecem os escritórios de São Francisco.
Galpões logísticos seguem aquecidos com grandes vendas
O setor logístico brasileiro vive um momento de alta liquidez e valorização. A Capitânia vendeu três ativos por R$ 587 milhões, com forte retorno, refletindo o apetite do mercado por galpões próximos a centros consumidores. Empresas como Mercado Livre e Amazon seguem impulsionando a demanda.
📦 Impacto: alta absorção, baixa vacância e aumento dos preços marcam o segmento.
📌 Fonte: Metro Quadrado – Capitânia vende três ativos logísticos por R$ 587 milhões.
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